VHILS desvincula-se do protocolo para a construção, em Cascais, de um museu de arte urbana e contemporânea com o seu nome

 

Foi aprovado, na última reunião de Câmara, do passado dia 28 de Janeiro, o Acordo de Resolução do Protocolo para a criação de um Museu de Arte Urbana e Contemporânea de Cascais (MARCC), que tinha sido celebrado com o artista VHILS, em 27 de Setembro de 2017.

A criação do Museu de Arte Urbana e Contemporânea de Cascais foi anunciada em Setembro de 2017 e tinha data prevista de abertura em Setembro de 2018, integrado no Festival Internacional de Cultura.

Devido a problemas nos atrasos nas obras a sua concretização foi adiada para 2019.

De acordo com as declarações prestadas na altura pelo Presidente da Câmara, Carlos Carreiras, “A decisão foi não avançar com o projeto [no espaço com cerca de 1.700 metros quadrados localizado por baixo da praça D. Diogo de Menezes, perto da marina]. Iremos receber as obras na mesma, mas será noutro local”.

Na reunião de Câmara, do dia 28 de Janeiro, o vice-Presidente, Miguel Pinto Luz, explicou que a resolução do Protocolo foi motivada “pelos sucessivos atrasos, tanto no licenciamento da Marina como no licenciamento do nosso lado das obras que levaram a uma resolução, por mútuo acordo, deste protocolo. Infelizmente não teremos um Museu de Arte Urbana e Contemporânea para Cascais, ficaremos com o espólio, um espólio que hoje é avaliado em muito mais do que foi adquirido na altura.

Em relação à utilização do espaço que estava destinado para o museu a Câmara ficou de estudar uma solução no âmbito do atual projeto da Marina.

O Presidente da Câmara acrescentou, ainda, que em parceria com a Fundação D. Luis I será construído, num outro espaço do concelho, um novo museu sem a marca VHILS, onde todas as obras adquiridas ficarão disponíveis ao público.

Desta forma o artista VHILS desvincula-se do protocolo para a construção, em Cascais, de um museu de arte urbana e contemporânea com o seu nome.