Governo Socialista atrasa 2 anos na modernização da linha de Cascais
O jornal Diário de Notícias e o Dinheiro Vivo avançam a notícia que o Governo Socialista atrasa dois anos o investimento na modernização da linha de Cascais.
Em 2017, o Ministro do Planeamento e Infraestruturas, Pedro Marques, garantia que o investimento na requalificação da linha de Cascais ia ser incluído na reprogramação do programa comunitário Portugal 2020.
O ex ministro Pedro Marques acusava o anterior governo de ter previsto o investimento no PETI (Plano Estratégico de Transportes e Infraestruturas) para a ligação ferroviária entre Lisboa e Cascais mas que não tinha sido acautelado nas opções de investimento com fundos comunitários.
Na apresentação do Orçamento de Estado de 2019, o antigo ministro Pedro Marques, confirmava a inclusão de 50 milhões de euros, para a renovação da infraestrutura da linha de Cascais, na reprogramação do programa Portugal 2020.
O investimento inicial na linha seria aplicado para a renovação do sistema de controlo de segurança e a migração para novo sistema de tensão (dos 1.500 volts em corrente contínua para os 25.000 volts em corrente alternada.
A passagem da linha de Cascais à rede ferroviária nacional seria integrada no Programa Nacional de Investimentos, ao abrigo do programa comunitário Portugal 2030.
A modernização da linha prevista para 2021, conforme o plano Ferrovia 2020, afinal acabou por derrapar mais 2 anos.
Indignada ficou a Juventude Popular que criou uma petição na internet com o nome “Contra o esquecimento da Linha de Cascais”.
A petição começa por esclarecer que “ No dia 27 de Outubro de 2016 a Juventude Popular de Cascais lançou o comunicado “O Governo esqueceu-se da Linha de Cascais” que repudiava as declarações do, à data, Ministro do Planeamento e das Infraestruturas, por este ter dito, no início do ano referido, que queria colocar a requalificação da linha de Cascais no Fundo Europeu para o Planeamento Estratégico e que este projeto estaria concluído em 2021, alegando, posteriormente, serem necessários fundos públicos que o Estado não possuía, renegando a requalificação deste troço para um futuro incerto”.













