Onde confiar nos militares?… Brasil e México enviaram soldados para fortalecer a segurança

O Brasil envia tropas para aeroportos e portos… O México entrega aeroportos, etc.

Os dois maiores países da América Central e do Sul estão a enviar um grande número de tropas para os centros urbanos para atacar instalações importantes e reprimir gangues violentos.

De acordo com as redes sociais oficiais do Ministério da Justiça brasileiro e o Diário Oficial do México do dia 6 (horário local), começou hoje no Brasil uma operação especial de preservação da lei e da ordem destinada a combater o crime violento organizado.

A medida, que estará em vigor até Maio do próximo ano, visa colocar algumas das funções de segurança do governo sob a responsabilidade do governo central por um período limitado.

O ministro da Justiça brasileiro, Flavio Gino, expressou sua opinião Mídia social“Para implementar as instruções do Presidente, realizamos hoje uma reunião com o Ministro da Segurança Nacional, os comandantes de cada ramo militar, procuradores e funcionários da Polícia Federal”, escreveu. Medidas para fortalecer a segurança.

Anteriormente, o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, declarou um decreto presidencial de emergência em nível federal em resposta à recente violência mortal.

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O governo enviou militares ao porto de Santos, em São Paulo, e ao porto de Itague, no Rio de Janeiro, para fortalecer a vigilância de armas e drogas e, ao mesmo tempo, conter a influência de organizações criminosas na área portuária.

Os soldados também são responsáveis ​​pela segurança em dois grandes aeroportos internacionais, Guarulhos (São Paulo) e Galeão (Rio de Janeiro).

Em outras áreas fronteiriças, como Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, os soldados também realizarão verificações e buscas junto com a polícia nos principais pontos de entrada.

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As tropas também ficarão estacionadas nas rodovias.

No mês passado, no Rio de Janeiro, três médicos foram brutalmente assassinados por agressores em um café de rua na praia de Batacijuga.

Na semana passada, quando o líder de uma organização criminosa morreu numa briga com a polícia, membros de gangues incendiaram cerca de 30 ônibus e um trem em retaliação, lançando toda a cidade no caos.

O Presidente Lula, agora com 11 meses na sua terceira administração, implementou várias políticas para reforçar a segurança, incluindo o reforço das regulamentações sobre direitos de armas que foram flexibilizadas durante a antiga administração de Jair Bolsonaro, mas os resultados ficaram aquém das expectativas.

A opinião pública também é negativa.

De acordo com os resultados da pesquisa do MDA divulgados no dia 3 do mês passado, 40,6% dos entrevistados disseram estar ‘positivos’ em relação ao desempenho do governo Lula, abaixo dos 43,1% em maio.

Por outro lado, 27,2% dos entrevistados disseram ser “negativos”, acima dos 24,6% em maio.

Neste caso, analisa-se que o presidente Lula optou por dar aos militares uma certa quantidade de poder de aplicação da lei como medida de segurança e ordenar o exercício de um forte poder público contra os criminosos.

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O México, que tem sido assolado por gangues de tráfico de drogas, já deu muitos poderes aos militares.

O presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, que assumiu o cargo em dezembro de 2018, entregou aos militares o direito de operar os principais aeroportos internacionais, incluindo a Cidade do México, bem como plena autoridade para lidar com tarefas administrativas gerais nos portos.

Os militares também estão envolvidos em grandes projectos de infra-estruturas, depositando uma confiança ilimitada no Ministério da Defesa Nacional e no estabelecimento militar como um sector “relativamente limpo e poderoso”.

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Existem preocupações sobre a militarização excessiva e o controlo sobre o sector privado, especialmente por parte da oposição, mas a opinião predominante é que é positivo ao fornecer uma alternativa às autoridades corruptas do passado.

O presidente López Obrador, que ainda tem sete meses de mandato, mantém um índice de aprovação entre 50 e 60 anos.

/Boas notícias

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