DIREITO DE RESPOSTA

 

Ao abrigo da Lei de Imprensa n.º 2/99, de 13 de Janeiro, artigos 24.º, 25.º e 26.º, o Portal Cascais recebeu do Presidente da Direção da Cooperativa de Solidariedade Social e de Ensino – Horizonte  o Direito de Resposta a um artigo com o título “Em S. Domingos de Rana, pais de alunos da creche Horizonte dormem à porta para garantir inscrições”, publicado a 26 de Janeiro de 2020, e que aqui publicamos:

No âmbito do acordo de Gestão celebrado entre o ISS e a Horizonte para a transferência do equipamento “Sagrada Família”, assumimos o compromisso de proceder à reabilitação do espaço, de forma a permitir o seu bom funcionamento, o que nos obrigou a uma intervenção muito para além do que estava pensado, implicando custos três vezes maiores do que o previsto, apenas com recurso a capitais próprios, tendo em conta o estado caótico em que se encontravam as instalações e equipamentos, de forma a dotar este espaço das condições necessárias e de conforto que permitisse acolher as crianças neste equipamento.

Mais, cabe-nos esclarecer que as capacidades das respostas sociais existentes na “Sagrada Família” foram determinadas pelo ISS, no que se refere à creche para um universo de 162 crianças e de apenas 75 para a pré-escolar. Esta informação é do conhecimento geral e encontra-se expressa nos regulamentos internos em vigor.

Pelo exposto, são muitas as incongruências e não-verdades que constam na V/ publicação.

– É falso que as crianças não conseguem renovar inscrições para a creche, pois conseguimos assegurar todos os lugares nessa resposta social;

– É falso que a direção fez uma informação a comunicar que nem todos poderiam transitar da creche para a pré-escolar;

– É falso que a Câmara – ou outra qualquer entidade publica ou privada – tivesse apoiado as intervenções neste nosso equipamento, onde como se disse, pelo estado caótico em que as Instalações nos foram entregues em 2017, foi necessário um investimentos três vezes superior ao previsto no acordo de gestão, apenas com recurso a capitais próprios, de forma a dotar este esquipamento social de todas as condições necessárias, que permita às nossas crianças beneficiar do conforto e segurança que estão associados aos serviços que prestamos.

– É maliciosa a insinuação de não correspondemos favoravelmente à vontade das famílias de se inscreverem para a pré-escolar, tendo em conta que aceitamos todas as crianças a que estamos autorizados. Sobre esta matéria e apesar da capacidade de cada resposta social não ter sido por nos atribuída, conscientes das necessidades verificadas, já apresentamos ao ISS proposta de alargamento da resposta social de pré-escolar, para podermos dar resposta a mais 64 crianças, cujo deferimento aguardamos.

António Paraíso Nunes
Presidente da Direcção

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