Brasil exporta vacina leve Sputnik para a América Latina… A Coreia será afetada?

Foto = Compartimento de fotos

[농업경제신문 박재현 기자] Uma vacina injetável da Rússia, a Sputnik Light, fabricada no Brasil, abriu sua rota de exportação para a América Latina.

Segundo a Reuters, em parceria específica com o presidente russo, Vladimir Putin, no dia 17 (horário local), uma empresa farmacêutica brasileira está desenvolvendo a vacina leve Sputnik para exportação para países da América Latina por meio de transferência de tecnologia.

A versão de dose única da vacina Sputnik V de duas doses lançada no ano passado foi usada como reforço no México e na Nicarágua e foi aprovada para uso na Argentina, de acordo com o Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF).

A empresa brasileira Uniavo Kumica disse ter produzido milhões de doses do Sputnik V para venda em outros países porque a vacina não foi aprovada para uso no Brasil.

“Já temos o Sputnik V e estamos prontos para produção comercial”, disse Miguel Kidzishi, diretor de ciências da Uniono Kumica.

Durante uma visita a Moscou do presidente brasileiro Jair Bolsanaro, Putin disse: “A cooperação de drogas entre a Rússia e o Brasil acelerou recentemente com a produção local da vacina Sputnik V”.

“A capacidade potencial de produção é de 5 milhões de doses de vacina por mês”, disse um porta-voz da RDIF.

A GD Sisi, empresa farmacêutica brasileira, espera poder vender tudo o que produz devido à alta demanda do mercado de vacinas.

Se fabricantes estrangeiros fabricarem e entregarem a vacina Sputnik V com antecedência, isso terá um impacto nas empresas de estoque nacionais.

A vacina Sputnik V está atualmente sendo revisada para aprovação pela Organização Mundial da Saúde (OMS). As expectativas estão aumentando, pois se sabe que um grupo de estudos será enviado à Rússia até fevereiro.

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Por outro lado, os fabricantes de contratos domésticos concluíram contratos mais rapidamente do que empresas farmacêuticas estrangeiras, como Índia e Brasil, mas o progresso das exportações também foi atrasado.

A Korea Chorus Federation, que assinou o contrato para a produção do primeiro inventário na Coréia, é conhecida por produzir 500 milhões de doses da vacina Sputnik V. A Korea Chorus planeja produzir 150 milhões de doses.

O consórcio planeja produzir um total de 650 milhões de doses, mas o volume de exportação e o volume de exportação não foram divulgados.

Enquanto isso, Binex e Chong Kun Dang Bio deixaram o consórcio. A Binex tem um problema com a Rússia e a Chong Kun Dang Bio está se concentrando no novo negócio de toxina botulínica.

De acordo com um anúncio anterior, a Chong Kun Tang Pyo assinou um acordo de distribuição com a Qtia Therapeutics Company da China para a formulação da toxina botulínica ‘TimeWorks’.

A Zethema, que decidiu assumir o processo central de produção não vacinal (DS), está considerando planos para assinar um acordo de inventário direto com o governo russo depois de deixar a federação.

Isu Abkis escolhe um método que combina produção participativa e independente.

Outro consórcio, o Huons Global Consortium, planeja produzir 100 milhões de doses por mês com Humedix, Boran Pharma e Prestige Biopharma.

Anteriormente, a Prestige Biologics anunciou que havia ganhado um contrato de US$ 28,8 bilhões com a Prestige Bioforma para produzir a vacina Sputnik Lite.

Além disso, Ewha Electric, EID, Itron e Boryung Pharmaceutical são ações listadas para a vacina Sputnik V.

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Por Park J-Hyun, Correspondente de Pessoal pjswin22@thekpm.com

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