Táxis fluviais no rio Tejo
Assinado protocolo entre a Câmara Municipal de Lisboa (CML) e a Associação de Turismo da cidade que visa a implementação de uma rede de transportes fluviais no rio Tejo.
Segundo a agência Lusa, o protocolo estabelece que a CML e a Associação de Turismo de Lisboa (ATL) implementem, progressivamente, “uma rede de infraestruturas de dinamização do transporte fluvial no Tejo que permita ampliar o sistema de transportes fluviais, públicos ou privados, turísticos e de lazer, coletivos ou individuais, ao longo da frente ribeirinha do Rio Tejo, na ligação entre margens e na conexão entre centros urbanos na Margem Sul”.
Estão previstas a construção e requalificação de marinas, docas, ancoradouros e pontões ao longo das margens do rio Tejo tendo sido identificadas novas possibilidades e cais, nomeadamente na estação sul sueste, no Terreiro do Paço, no Parque das Nações, em Belém e no cais da Matinha, cuja administração estão a cargo do Porto de Lisboa e atualmente estão sem utilização.
O projeto, da autoria da vereadora Teresa Leal Coelho, que na campanha autárquica de Setembro de 2017 referia “ o desperdício do rio para ser usado como transporte público é evidente”, uma vez que não existem carreiras nem táxis “que possam trazer rapidamente as pessoas ao longo da cidade de Lisboa”, acabou por se tornar uma realidade.
Com a assinatura deste protocolo passa, num futuro próximo, a ser possível apanhar um barco táxi, a qualquer hora, em locais como a Marina do Parque das Nações, Cais da Matinha, Terreiro do Paço, Cais do Sodré, Alcântara e Belém, na margem norte, e em Cacilhas, Trafaria, Porto Brandão, Barreiro, Seixal e Montijo, na margem sul.
Está previsto ainda, numa segunda fase, o alargamento para os concelhos de Oeiras, Vila Franca de Xira, Loures, Moita e Alcochete.
Ficamos a aguardar a chegada a Cascais.

















