Quem foi o primeiro candidato estrangeiro à torre de comando a salvar a ‘caída’ Força Samba?

▲ Samba em ruínas ▲ Rumores de contratação de técnicos estrangeiros após uma série de fracassos nacionais ▲ Possíveis candidatos Abel Ferreira, técnico português do Palmeiras ▲ Tuchel, Mourinho e Enrique também listados como candidatos

[골닷컴] Repórter Park Moon-soo = A seleção brasileira deve passar por uma grande reformulação. O primeiro passo é nomear um treinador estrangeiro.

No dia 11 (horário local), o ‘UOL’ do Brasil selecionou 7 candidatos estrangeiros para substituir Chichi. Certamente é isso que a mídia espera. Muitos deles são falsos. Use-o apenas como referência.

A primeira torre de comando mencionada é a de Abel Pereira. Nascido em 1978, Ferreira é o técnico do Palmeiras, forte jogador do campeonato brasileiro. Conquistou o troféu da Copa Libertadores por dois anos consecutivos. Sendo de Portugal, não há barreira linguística. Um fator positivo é que ele está ligado à maioria dos prospects brasileiros, inclusive Endric.

O próximo candidato é George Jejus, famoso por seu antigo mentor Kim Min-jae. Vindo de Portugal é o caso do regresso do Flamenco à Europa. No entanto, o ‘UOL’ previu que a habitual autoestima forte foi uma variável durante o período de contrato com o Fenerbahce.

Low, que perdeu por 7 a 1 para o Brasil, também foi citado como candidato. Porque ele é invencível. O próximo é Tuhel. É uma grande torre de comando. As roupas podem variar. Ele também tem experiência treinando Neymar e Marinhos. Como um diretor de cores vivas, ele é considerado perfeitamente adequado para o Brasil incolor e inodoro. Claro, é improvável que Tuchel assuma o comando do Brasil, não da seleção europeia.

O argentino Gallardo é um dos candidatos. Ele conseguiu liderar o River Plate e transformá-lo em um líder. Ser um agente livre também é uma vantagem. Se for uma variável, sua nacionalidade é Argentina, rival do Brasil. Luis Enrique também foi nomeado. José Mourinho, agora treinador da AS Roma, também foi mencionado como candidato. Enrique é imbatível, mas é improvável que Mourinho seja convocado para a seleção brasileira depois de assinar com a Roma.

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O Brasil voltou sua atenção para o mundo exterior porque sua própria torre de comando estava com baixo desempenho. A equipe é ótima. Os diretores são diferentes. Não há torre de comando fixa. As características da liga são o maior problema. O técnico da liga brasileira é o Santo Graal envenenado. Devido à impaciência da opinião pública, o diretor muda, embora um pouco lentamente. De fato, dentro da Associação da Liga Brasileira, havia até um conceito para incluir no máximo duas nomeações de treinador por temporada.

Devido à mudança frequente de treinador principal, não é possível encontrar um gerente de alto nível. O limite para bloquear o diretor já atingiu seu limite. Chichi, que liderou a seleção brasileira em 2016, foi o último bastião. Chichi também renunciou com o pior recorde nas quartas de final da Copa do Mundo por dois anos consecutivos. Já Chichi já manifestou o desejo de deixar o cargo de técnico da seleção brasileira após a Copa do Mundo. No entanto, com flechadas de críticas após a inesperada derrota para a Croácia, demitiu-se da torre de comando da seleção nacional.

Mesmo dentro do Brasil, destaca-se a importância da nomeação de um comandante estrangeiro. Em outras palavras, reconheceu as limitações de impedir a rotatividade de diretores nacionais. Primeiro, a Associação Brasileira de Futebol anunciou a nomeação de um novo técnico em janeiro.

Com as eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2026 começando em março do próximo ano, é imperativo nomear a torre de comando o quanto antes. Os candidatos são diversos. A negociação é importante. Se for bem-sucedido, ele se tornará o primeiro técnico estrangeiro da história do futebol brasileiro.

Foto = Getty Images

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