A Direção-Geral da Saúde associa-se ao Dia da Tolerância Zero à mutilação Genital Feminina (MGF), chamando a atenção de todos os profissionais de saúde para esta realidade, em particular daqueles que prestam cuidados a mulheres e crianças. No âmbito do Plano de Ação para a Prevenção e o Combate à Violência contra as Mulheres e à Violência Doméstica 2018-2021, integrado na Estratégia Nacional para a Igualdade e a Não-Discriminação 2018-2030 – Portugal + Igual, estão previstas medidas de combate às práticas tradicionais nefastas, nomeadamente a mutilação genital feminina (MGF).
O facto de Portugal receber cada vez mais migrantes oriundos de Países onde a Mutilação Genital Feminina (MGF) é uma prática comum, torna fundamental que os profissionais de saúde se sintam cada vez mais capacitados para reconhecer e agir nestas situações.
As Nações Unidas estimam que pelo menos 200 milhões de meninas e mulheres tenham sido vítimas de Mutilação Genital Feminina, MGF, e que a cada ano há quase 4 milhões de meninas a mais em risco.
A organização enfatiza que estas foram vítimas de “um dos atos mais desumanos de violência baseada em género no mundo.”

















