Francisca Fernandes, foi encontrada morta, esta terça-feira, junto a um viaduto da A5.

Francisca Fernandes, de 66 anos, doente de Alzheimer, deslocou-se ao Hospital de Cascais para uma consulta acompanhada do marido. Devido a ter-se sentido mal, a utente deu entrada nas urgências.

O acompanhante foi impedido de entrar e deixou a paciente aos cuidados do Hospital de Cascais. Por falta de notícias do Hospital, no sábado dia 11 de Julho, a família contactou a unidade hospitalar e foi informada que Francisca tinha tido alta no dia 10 de Julho ou seja no dia anterior.

Em declarações à TVI, a sobrinha da mulher, Elisabete Cabral, contou que esta não tinha condições para ir para casa sozinha e que um auxiliar do hospital terá chamado um táxi.

Ainda de acordo com a sobrinha da vítima, o taxista terá feito o percurso até ao hospital de Alcoitão, também em Cascais, e voltado para trás, até à porta das urgências.

Em declarações à TVI, o Hospital de Cascais confirmou que a utente deu entrada na unidade hospitalar para realização de um ato previamente agendado, no passado dia 10 de Julho, e que “face ao quadro clínico apresentado, a utente foi encaminhada para o serviço de urgência tendo alta clínica no mesmo dia”

“O Hospital de Cascais cumpriu todos os protocolos estabelecidos para o efeito e mantém-se disponível para colaborar com as entidades competentes”, disse a unidade, em comunicado.