Venezuela volta à comunidade internacional com cúpula com o Brasil… “espera se juntar ao BRICS”

▲Presidente brasileiro Lula (à direita) e presidente venezuelano Maduro (Crédito da foto: AFP/Yonhap)

[에너지경제신문 박성준 기자] A Venezuela, isolada da comunidade internacional há anos devido às pesadas sanções econômicas dos países ocidentais, incluindo os Estados Unidos, ganha força em seu retorno à arena internacional com o apoio do Brasil.

Segundo Yonhap News, o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula Taciuba, conhecido como o “Pai da Esquerda Sul-Americana”, recebeu o presidente venezuelano Nicolás Maduro no Palácio Presidencial de Brasília na manhã do dia 29 (horário local) e participou de uma cúpula. Reunião após oito anos.

Em entrevista coletiva após a reunião a portas fechadas, Lula denunciou as sanções dos EUA à Venezuela e expressou apoio a Maduro.

“É difícil acreditar que se passaram tantos anos sem falar com vizinhos que compartilham a floresta amazônica”, disse Lula.

O presidente venezuelano Maduro acrescentou: “Proponho uma resposta coletiva aos líderes da América do Sul para exigir que os Estados Unidos suspendam as sanções contra nós”.

Também foi descoberto que ele manifestou ao presidente Lula o desejo de ingressar no BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). A esse respeito, disse o presidente Lula, eu aceito e apoio esse plano.

As relações diplomáticas entre os governos do Brasil e da Venezuela foram oficialmente rompidas durante o mandato do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro (2019-2022). Isso porque Bolsonaro reconheceu Juan Guaidó, então presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, como presidente interino da Venezuela para acompanhar o ritmo dos Estados Unidos.

O presidente da Venezuela, Maduro, foi reeleito presidente em 2018 com 67,8% dos votos, mas a oposição se recusou a aceitar os resultados, alegando eleições fraudulentas.

Então, em 2019, Quito, então presidente da Assembleia Nacional, declarou-se presidente interino, e países como Estados Unidos, Japão, Grã-Bretanha, França e Argentina emitiram declarações de apoio.

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No entanto, após assumir o cargo em janeiro, o presidente brasileiro Lula restabeleceu as relações diplomáticas com a Venezuela e enviou oficialmente um diplomata à embaixada brasileira em Caracas.

Enquanto isso, o presidente Maduro também participará da Cúpula Sul-Americana a ser realizada no dia 30. A cúpula contou com a presença de líderes de 12 países da América do Sul, incluindo Brasil, Chile, Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Suriname, Uruguai, Venezuela e Peru (somente representantes peruanos compareceram), Estados Unidos, e a União Europeia. Discutir formas de fortalecer conselhos regionais desorganizados

O presidente Lula postou em sua rede social: “Esta semana damos as boas-vindas aos presidentes de todos os países para discutir o futuro da América do Sul. Nenhum país crescerá sozinho”.

A orientação política dos líderes na América do Sul é frequentemente classificada como de esquerda.

Além da Guiana e do Suriname, que têm relativamente pouca influência política na comunidade internacional, apenas o Uruguai e o Paraguai têm governos de direita. O presidente equatoriano Guillermo Lasso, de direita, enfrenta um processo de impeachment e recentemente concordou em renunciar ao Congresso.

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